quarta-feira, 12 de junho de 2013

Tarso Genro e Jairo Jorge assinam termo de adesão à Rede OP

Tarso Genro e Jairo Jorge assinam termo de adesão à Rede OP

Ireno Jardim


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O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, e o prefeito de Canoas, Jairo Jorge, assinaram minutos antes da abertura oficial do III Fórum Mundial de Autoridades Locais de Periferia (Falp), no final da tarde desta terça-feira, 11, no Unilasalle, o termo de adesão ao Protocolo de Intenções da Rede Brasileira de Orçamento Participativo (OP). A cidade de Canoas será a nova coordenadora da Rede, que desde 2010 vinha sendo conduzida pelo município de Guarulhos-SP.
Tarso Genro afirmou que Canoas está passando por um momento de legitimidade do processo de participação popular. De acordo com o governador o OP é uma reação à politica conservadora, que falta com respeito à organização popular e a interferência pública nas grandes decisões políticas. "Este é um momento muito importante para nós. É um momento de reconhecimento mundial do processo participativo. Esta é a única saída para a crise que vem afetando a camada popular, os assalariados e os marginalizados. Somos solitários nesta luta. O povo não vai deixar de participar", afirmou.
Jairo Jorge disse que o dia era de muita alegria. Segundo ele, o RS é um exemplo para o mundo no que diz respeito à participação popular. "O hoje governador Tarso era vice-prefeito de Porto Alegre, ao lado de Olívio Dutra, quando se iniciou o OP, há 24 anos", destacou. Participaram o prefeito de Porto Alegre, José Fortunatti, e a ex-coordenadora da Rede OP, Kátia Pereira Lima.
Canoas é a cidade brasileira com maior participação entre as mais de 300 com Orçamento Participativo. Nas quatro edições do OP em Canoas, 85.110 pessoas participaram. Este resultado projeta a cidade como referência no Estado e no país.

Crédito da notícia: Daiane Poitevin

VII Encontro da Rede Brasileira do OP ocorre no Unilasalle

Foi aberto na manhã desta segunda-feira, 10, o Sétimo Encontro da Rede Brasileira de Orçamento Participativo na Unilasalle que vai até amanhã. A programação, (abaixo) segue com debates com dezenas de cidades brasileiras participantes e painéis que vão até as 19h30, com destaque para a eleição da nova coordenação. O encontro já trabalha em torno de três pautas: Formação dos gestores, Plano de Trabalho e Eleição da nova Coordenação Nacional. Na ocasião, o prefeito Jairo Jorge refletiu a importância do processo de participação popular e ressaltou a pluralidade necessária no contexto. “É preciso uma visão que olhe os processos e resultados de forma sistêmica, tendo o cidadão como centro da gestão. A experiência partilhada e compartilhada é o que queremos neste sétimo encontro”, disse o prefeito.
De acordo com a coordenadora da Rede Brasileira de Orçamento Participativo, Kátia Pereira Lima,  do município de Guarulhos-SP, trata-se de uma oportunidade para  trocar experiências e colaborar para o desenvolvimento de um importante mecanismo de participação social, o orçamento participativo”. Ela elogiou a acolhida ao encontro, bem como a estruturação do Fórum Mundial  de Autoridades Locias de Periferia (Falp), sobretudo a valorização que Canoas investe às políticas de participação popular.
Participaram da cerimônia de abertura, o secretário municipal das Relações Institucionais e Monitoramento (SMRIM), Mário Cardoso, o representante do governo do Estado, o coordenador da Secretaria Estadual de Planejamento (Seplag-RS), Nelson Cunico  e o representante da Prefeitura de Porto Alegre, o coordenador do CapacitaPOA, Julio Pujol; coordenador do OP Canoas e secretário-adjunto da SMRIM, Célio Piovesan e representantes de cidades como João Pessoa, Osasco, Jundiaí, Santana do Livramento, entre outras que se somarão ao longo das atividades do dia.
Dia 10/06
09:00   Abertura - Prefeito Jairo Jorge Canoas
09:30   Apresentação das cidades presentes
10:00   Balanço da Rede Brasileira de OP

III FALP Fórum Mundial de Autoridades de Periferias

Papel da imprensa na 

comunidade debatido no 3º 

FALP

O papel da imprensa na formação da identidade metropolitana foi debatido por representantes de veículos de comunicação no Seminário Comunicação e Comunidade, na tarde desta quarta-feira, no Espaço Democracia do 3º Fórum de Autoridades Locais de Periferia (FALP). 
A coordenadora da atividade, secretária de Comunicação de Canoas, jornalista Adriana Paranhos, lembrou que o centro detém o poder e as melhores condições de trabalho, educação, lazer e serviços públicos, enquanto as periferias são vistas como locais sujos, miseráveis e violentos.
Adriana analisou, ainda, que a mídia, em geral, valoriza as más notícias das cidades periféricas, o que abala a autoestima dos moradores. A secretária reivindicou mais espaço para as cidades da Região Metropolitana de Porto Alegre, por sua importância na economia do Estado, e onde ocorrem soluções inovadoras e de valorização da cidadania.
Convidados
Participaram do Seminário o editor-chefe do Jornal NH e do ABC Domingo, do Grupo Sinos, Jeison Rodrigues; o diretor de Jornalismo do Grupo Bandeirantes do RS, Renato Martins; o diretor de Redação do jornal Correio do Povo, Telmo Flor; o repórter multimídia da RBS e editor de capa do jornal Zero Hora, Rodrigo Lopes; o editor-chefe do Le Monde Diplomatique Brasil, Sílvio Bava, e o diretor de Comunicação da Orquestra de Bilbao, Javier Perez.
Hiperlocalismo
Os convidados expuseram o trabalho realizado por seus veículos de comunicação. Todos reconhecem a necessidade de inserção nas comunidades onde atuam. Concordam, ainda que o "hiperlocalismo" é o "caminho da sobrevivência", especialmente para os jornais regionais.
Os profissionais da imprensa comentaram, ainda, que a "geração" de boas notícias nas comunidades chamadas de periferia certamente conquista espaço nos veículos, o que vem ocorrendo naturalmente. Bava acrescentou que a construção das identidades tem muito a ver com a construção do espaço público e defendeu a análise do contexto para explicar os fatos.

Crédito da notícia: Eloá da Rosa

sexta-feira, 7 de junho de 2013

RS sedia encontro mundial de autoridades de regiões metropolitanas

RS sedia encontro mundial de autoridades de regiões metropolitanas


Foto: II FALP
Da Redação
O desenvolvimento das regiões metropolitanas de forma sustentável e solidária será o foco de um encontro mundial de cidades periféricas na próxima semana. De 11 a 13 de junho, Canoas, no Rio Grande do Sul, sediará o 3º Fórum Mundial de Autoridades Locais de Periferia (FALP). São esperadas cerca de mil gestores, prefeitos, instituições, pesquisadores e lideranças de 200 cidades, representando 20 países de diferentes continentes. O ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva confirmou presença e deve realizar a conferência final do encontro, no dia 13, a partir das 11 horas, no Centro Universitário La Salle.
O tema a ser debatido será Direitos e Democracia para Metrópoles Solidárias e Sustentáveis. Representantes das Américas, Europa, Ásia, Oriente Médio e África vão discutir os problemas e as soluções para as regiões metropolitanas a partir de seis eixos de trabalho: Identidades e Multipolaridade, Governança e Participação, Globalização e Metropolização, Sustentabilidade e Água, Bem Comum e Bem Viver e Igualdade e Políticas de Gênero.
Estão confirmadas as presenças de Ana Oliveira, professora de Literatura e a primeira mulher a ocupar a Prefeitura de Montevidéu (Uruguai); Maria da Luz Rosinha, prefeita da Vila França de Xira, de Portugal (atualmente presidente da Câmara Municipal e membro da Comissão Nacional do Partido Socialista); Gustavo Petro, economista e prefeito de Bogotá (Colômbia); Patrick Jarry, prefeito de Nanterre (França); Alfonso Martinez Cearra, diretor geral da Associação Bilbao Metropoli-30 (Espanha); Ramón Torra, diretor geral da AMB – Área Metropolitana de Barcelona (Espanha), Patrick Braouezec, presidente da Plaine Commune (uma aglomeração de nove municípios na região metropolitana de Paris, que foi criada no ano 2000 com o propósito de elaborar e aplicar políticas públicas conjuntas para os municípios, como forma de otimizar e qualificar os serviços).

Foto: I FALP
Esta será a primeira vez que o FALP ocorre no Brasil. A primeira edição foi realizada em Nanterre (2006), na periferia de Paris (França), e a segunda, na espanhola Getafe (2010), próxima a Madri (Espanha). O 3º FALP é organizado pela Prefeitura de Canoas em parceria com a Prefeitura de Nanterre/França e a Rede FALP. A cidade situada a 20 km de Porto Alegre foi escolhida por estar inserida desde 2009 nas redes de cooperação internacional como o FAL (Fórum de Autoridades Locais pela Inclusão Social), FALP (Fórum Mundial de Autoridades Locais de Periferia) e CGLU (Cidades e Governos Locais Unidos). Além disso, Canoas protagoniza a governança metropolitana. Há mais de um ano, depois de instalar, por meio de decreto do governo do estado, o Conselho Deliberativo Metropolitano (CDM), um novo arranjo institucional que articula estrategicamente a gestão dos 32 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre e define diretrizes e ações em áreas comuns a estes municípios.
No encontro, será proposta a criação do Conselho Mundial de Cidades e de uma secretaria executiva para o fórum. O objetivo é construir uma agenda de ideias para cidades mais solidárias, sustentáveis e democráticas para levar ao âmbito da ONU. O novo conselho deve reunir de 40 a 50 cidades de diversos países, que realizarão reuniões anuais para efetivar o conteúdo das discussões do fórum. Também será criado um informe mundial das regiões metropolitanas, além da proposta de um estudo com universidades para diagnóstico destas regiões.
Programação cultural terá Zizi Possi, Ariano Suassuna e exposição de Sebastião Salgado
Paralelamente ao FALP, será oferecida gratuitamente uma programação cultural. Na programação será contemplado a dança, o teatro, a música, a fotografia e o cinema. Estarão se apresentando o grupo Os Gaúchos, principal grupo de dança folclórica do Rio Grande do Sul, e o Circo Girassol, que executa performances e intervenções artísticas. O escritor Ariano Suassuna vai participar da Feira do Livro de Canoas e José Miguel Wisnik, dará uma aula-espetáculo sobre o poeta Paulo Leminski.
A música estará presente com Arthur de Faria e seu Conjunto, com Zizi Possi e outras performances. Um dos maiores fotógrafos do país, Sebastião Salgado, terá recortes de seu acervo em exposição no evento, enquanto Julio Appel assina a mostra Construção In loco: Construindo a Periferia. A maioria das atrações será promovida no Centro Universitário La Salle. A programação completa do festival e do FALP pode ser encontrada no site do evento.

Fonte: Jornal eletrônico Sul 21


Bispos publicam nota sobre situação indígena no Mato Grosso do Sul

Quarta-feira, 05 de junho de 2013, 09h39

Bispos publicam nota sobre situação indígena no Mato Grosso do Sul


CNBB


Diante do impasse gerado pela questão indígena no Mato Grosso do Sul, os bispos do Regional Oeste 1 (Mato Grosso do Sul) da CNBB divulgaram uma nota nesta quarta-feira, 5, se posicionando acerca do assunto.

Veja o texto na íntegra:
Nota da Conferência Episcopal do Mato Grosso do Sul sobre a questão indígena
Foi com este título que, a 12 de dezembro de 2009, os Bispos da Igreja Católica presente no Mato Grosso do Sul nos posicionamos sobre o doloroso conflito que, há décadas, mantém agricultores e indígenas em margens opostas e que, a cada ano que passa, evolui em vítimas de ambos os lados. Reconhecíamos então que não se podia "prolongar um estado de coisas que, além de nos humilhar perante a opinião pública mundial, é uma tremenda injustiça que se comete contra uma multidão de brasileiros – e a injustiça sempre gera violência!".

Infelizmente, a nossa voz não parece ter obtido a resposta que desejávamos. Os paliativos tomados se resumiram a congressos, seminários, viagens a Brasília (ou de Brasília) e... promessas! Nenhum dos três poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – correspondeu às expectativas neles depositadas. Interesses mais ou menos ocultos prevaleceram sobre o bem comum. Era o que nos preocupava na mensagem: "O que não podemos deixar de questionar é se o Brasil, que dispõe de verbas para obras de envergadura em todo o território nacional, não tem recursos para realizar, de uma vez por todas, as justas expectativas de uma população cada vez mais vulnerável e explorada em sua dignidade".

Mas, para não ficarmos, nós também, apenas em palavras, apresentávamos uma tentativa de solução: "A compra, por parte do governo, de propriedades situadas nas cercanias das atuais aldeias indígenas ou a utilização de terras devolutas no Estado". A ideia foi debatida e assumida, nestes últimos anos, por amplos segmentos da sociedade sul-mato-grossense e sintetizada em dois itens: quanto aos produtores rurais que tiverem suas propriedades demarcadas, sejam indenizados pelo valor real das mesmas (e não apenas por suas benfeitorias); quanto às comunidades indígenas, suas aldeias sejam revitalizadas e transformadas em núcleos populacionais (urbanos e rurais), com os serviços e as políticas públicas indispensáveis às necessidades de seus habitantes, assim como se procura fazer com as demais cidades e vilas do país.

Como todo o território brasileiro, também o Mato Grosso do Sul era terra indígena. Por isso, é um dever que cabe a toda a sociedade – representada por suas autoridades – proporcionar aos povos indígenas condições de vida que os façam sujeitos e protagonistas de seu desenvolvimento, ao invés de mantê-los numa dependência social e econômica que os avilta em sua dignidade de seres humanos. Os conflitos gerados por suas sucessivas ocupações de propriedades vizinhas nada mais são do que uma prova contundente do abandono a que são relegados. Quando não atinge todas as camadas sociais, o progresso é desumano e injusto.

Por sua vez, estamos conscientes de que a maioria dos produtores rurais – pelo menos dos pequenos e médios agricultores que chegaram ao Mato Grosso do Sul a partir de 1950, impulsionados pela “Marcha para o Oeste” deflagrada pelo Presidente Getúlio Vargas – adquiriram suas propriedades legalmente e delas precisam para viver. Não se pode reparar uma injustiça cometida no passado pelo governo brasileiro contra os índios tirando-lhes a terra, com outra injustiça, desrespeitando os direitos adquiridos pelos agricultores. Caso contrário, prolongar-se-á uma situação de tensão e insegurança jurídica e social que só pode terminar em violência, onde os mais fracos são sempre as primeiras vítimas.

Chegamos a uma situação limite, que ameaça degenerar em conflito armado. Por isso, ao mesmo tempo em que solicitamos às autoridades civis, judiciárias e militares que se deixem guiar pela justiça e pela sabedoria nas medidas concretas e imediatas que precisam tomar, pedimos a todas as pessoas de boa vontade – indígenas, produtores rurais e membros de organismos envolvidos no conflito – que anteponham o diálogo e a negociação ao confronto, para não se mancharem com o sangue que continua a regar o solo do nosso Estado. Para uma solução justa e duradoura da questão indígena no Mato Grosso do Sul, o direito e o bem-estar de todas as partes precisam ser assegurados. Se as ocupações geram um clima de insegurança jurídica e social, o status quo é um barril de pólvora em constante ameaça de explosão.

Índios e produtores rurais acreditam no mesmo Deus, formam a mesma família e constroem a mesma nação. Nada mais natural, portanto, que busquem concordes e solidários a solução de seus desafios e conflitos, já que, em assunto de tamanha importância, ninguém pode olhar apenas para seus interesses: ou nos salvamos juntos ou todos sairemos perdendo...

Campo Grande, 5 de junho de 2013

Dom Dimas Lara Barbosa
Arcebispo de Campo Grande

Dom Eduardo Pinheiro da Silva, SDB
Bispo Auxiliar de Campo Grande

Dom Vitório Pavanello, SDB
Arcebispo Emérito de Campo Grande

Dom Antonino Migliore
Bispo de Coxim

Dom Redovino Rizzardo, CS
Bispo de Dourados

Dom Segismundo Martinez Alvarez, SDB
Bispo de Corumbá

Dom José Moreira Bastos Neto
Bispo de Três Lagoas

Dom Ettore Dotti, CSF
Bispo de Naviraí

Pe. Bento Moreira
Administrador Diocesano de Jardim

O Senhor quer salvar a todos

 Mensagem do dia
 
Sexta-Feira, 07 de junho 2013
O Senhor quer salvar a todos
Quando Jesus fala a respeito de sua vinda, conta três parábolas: a parábola das dez virgens, a dos talentos e a terceira, contando que na sua segunda vinda, Ele vai separar diante dele os bons e os maus.

Ele quer que estejamos todos do lado das ovelhas, por isso, agora é tempo de procurar o Senhor.
O Senhor nos fala da sua vinda gloriosa. Não para ficarmos com medo, mas para estarmos preparados. Ele virá uma segunda vez. Se a primeira vinda foi tão importante, já que ele mandou João Batista para prepará-la, a segunda é definitiva, quando as portas serão fechadas.

Alguns, ainda zombam, dizendo que é tempo perdido servir ao Senhor. Mas, na verdade, buscá-Lo é uma necessidade para nós.
Não desprezamos quem ainda não teve essa experiência. O Senhor não quer eliminar ninguém, não quer condenar ninguém.
A receita para nós e para esses que estão longe é o Espírito Santo. Peçamos sempre Vinde Espirito Santo, caminhai conosco.



Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Padre fala sobre o papel da Igreja na preservação ambiental

Padre fala sobre o papel da Igreja na preservação ambiental

André Alves, com Jéssica Marçal
Da Redação

05/06/2013

PUC - RJ
Padre Josafá Carlos de Siqueira
Lembrado e comemorado nesta quarta-feira, 5, o Dia Mundial do Meio ambiente é assunto em muitas instituições sociais, mas também no meio religioso. O atual reitor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, padre Josafá Carlos de Siqueira, falou em entrevista à repórter Jéssica Marçal, sobre a participação da Igreja no exercício da preservação do meio ambiente.
Padre Josafá também contribuiu para a elaboração do Guia Ecológico da Jornada Mundial da Juventude. Segundo ele, o material que será distribuído junto ao kit da JMJ Rio2013, trará dicas sustentáveis para os jovens, voltadas para o comportamento dos peregrinos com relação ao meio ambiente, especialmente durante a Jornada.




Tags: Meio Ambiente padre josafá JMJ 2013 puc

Fonte:Cancao Nova

Assembleia Regional Deliberativa do Orçamento Participativa Parobé 2013

                 A Prefeitura de Parobé RS, através da Secretaria da Participação Popular e Relações Comunitárias -SEPPRC, tem a honra de convidar os moradores da Região 03 do OP, que compreende os bairros: Guarujá, Alvorada, Loteamento Mosmann, Muck, Emancipação I e II, Residencial da Caixa e Jardim das Azaléias, para a Assembleia Regional Deliberativa do OP que ocorrerá dia 13/06/2013, com início às 19 h, na Escola Municipal João Much. Todos os moradores com idade de 16 anos poderão votar em 3 (três) demandas sendo 01 (uma) por bairro, 01 (uma) por região e 01 (uma) demanda municipal.       Também poderão votar para escolher o seu representante como delegado para acompanhar o andamento das prioridades após a votação.
                Todas as prioridades escolhidas em primeiro lugar de cada bairro, região e 01 (uma) municipal serão incluídas no PPA e deverão ser atendidas pelo Governo Municipal durante o exercício de 2013. Venha, participe e ajude a decidir os rumos de sua cidade.